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A  pandemia de COVID-19 causou um grande impacto na escolarização de pessoas com deficiência no Brasil, principalmente por causa do ensino remoto.

Neste vídeo, a equipe COVID-19 DivulgAÇÃO Científica conversa sobre o assunto com a pesquisadora Rosimeire Maria Orlando, da Universidade Federal de São Carlos.


COVID-19 DivulgAÇÃO Científica é uma iniciativa que visa fornecer informações confiáveis sobre o novo coronavírus e a doença que causa, a COVID-19.

Realização: Instituto Nacional de Comunicação da Ciência e Tecnologia (INCT-CPCT), sediado na Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Os canais da iniciativa são: TwitterInstagramYouTubeFacebook.

Este vídeo dispõe de janela de libras com apoio do Comitê Fiocruz pela Acessibilidade e Inclusão das Pessoas com Deficiência e da Cooperação Social da Fiocruz.

Uma nova variante do SARS-CoV-2, chamada de Ômicron, foi reportada para a Organização Mundial de Saúde e recebeu a classificação de maior risco, de Variante de Preocupação.

Neste infográfico, apresentamos mais informações sobre a variante Ômicron.


COVID19 DivulgAÇÃO Científica é uma iniciativa que visa fornecer informações confiáveis sobre o novo coronavírus e a doença que causa, a COVID-19.

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Acesse nosso site para baixar os infográficos em alta qualidade. Os canais da iniciativa podem ser acessados em https://instabio.cc/COVID19DC

O tempo que crianças e adolescentes passam diante das telas de celulares, computadores, videogames, entre outros aparelhos eletrônicos, aumentou durante a pandemia de COVID-19 e está associado a diversos malefícios.

Neste vídeo, a equipe COVID-19 DivulgAÇÃO Científica conversa sobre o assunto com as pesquisadoras Karinne Marieta Carvalho e Natália Anachoreta Molleri, da Fundação Oswaldo Cruz.


COVID-19 DivulgAÇÃO Científica é uma iniciativa que visa fornecer informações confiáveis sobre o novo coronavírus e a doença que causa, a COVID-19.

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Proteção contra a COVID-19 depende de ampla cobertura vacinal da população, ao contrário do que sugere postagem no Instagram

O aplicativo parceiro Eu fiscalizo identificou mais uma postagem equivocada do médico Ricardo Ariel Zimerman, defensor do tratamento da COVID-19 com medicamentos sem efetividade comprovada contra a doença. Desta vez, ele postou no Instagram que “quanto mais eficaz uma vacina for, menos importa ao vacinado se o outro se vacinou”.

Independentemente da eficácia de cada vacina, é importante que a maior quantidade possível de pessoas seja vacinada com os imunizantes disponíveis, para diminuir as hospitalizações e mortes pela doença e as taxas de transmissão do vírus, de modo a reduzir também a propagação de novas variantes. 

Ao contrário do que sugere o médico, a eficácia das vacinas não pode ser considerada como um fator isolado. “A vacina é uma estratégia coletiva que leva em consideração a eficácia do imunizante e também a taxa de reprodução do vírus, para que se calcule a cobertura vacinal ‒ quantas pessoas é preciso ter vacinado para que essa vacina consiga controlar determinada doença”, explica a epidemiologista Ethel Maciel, professora titular da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). 

“Inicialmente, para a COVID-19, considerando-se uma eficácia de 100%, que nenhuma vacina tem, precisaríamos de 70% da população vacinada”, lembra. No entanto, o percentual de pessoas a serem vacinadas para a melhoria dos indicadores da doença e o controle da pandemia varia à medida que o vírus sofre mutações. “Quanto mais transmissível o vírus, a exemplo da variante Delta, é preciso ter mais pessoas vacinadas”, afirma.

Detectada inicialmente na Índia, a Delta se espalhou rapidamente pelo mundo e hoje é predominante entre as amostras do coronavírus submetidas à análise do genoma no Brasil. No dia 26 de novembro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) designou uma nova variante de preocupação, a Ômicron, identificada pela primeira vez na África. Ainda não se sabe se ela é mais transmissível, mas seu alto número de mutações preocupa as autoridades de saúde e a comunidade científica.

De acordo com Maciel, a imunidade coletiva, também chamada “imunidade de rebanho”, dificilmente será atingida com a disseminação das novas variantes do SARS-CoV-2. Isso só seria possível com taxas de vacinação da população superiores a 95%. 

Assim, medidas como distanciamento social, uso de máscaras, lavagem das mãos e uso de álcool em gel, associados às vacinas, continuarão a ser determinantes para reduzir a gravidade dos casos de Covid-19 e a mortalidade em decorrência da doença.


Os estabelecimentos de alguns estados brasileiros são obrigados por lei a exigir dos frequentadores o chamado passaporte vacinal, um documento físico ou eletrônico que comprova a imunização contra a COVID-19.

Neste vídeo, a equipe COVID-19 DivulgAÇÃO Científica conversa sobre a importância do passaporte da vacinação com a pesquisadora Liliane Reis Teixeira, da Fundação Oswaldo Cruz.


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Diversas pessoas da comunidade LGBT+ encontram-se em vulnerabilidade financeira por conta da pandemia de COVID-19, causando algumas consequências diretas, como insegurança alimentar e dependência financeira.

Neste infográfico, mostramos alguns dados sobre o assunto.


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As micro, pequenas e médias empresas no Brasil sofreram impactos econômicos por conta da pandemia de COVID-19. Como principal consequência, houve uma redução no quadro de funcionários e uma queda nas vendas.

Neste vídeo, a equipe COVID-19 DivulgAÇÃO Científica conversa sobre o assunto com o pesquisador Peter Hansen, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.


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Mensagem falsa em circulação por grupos de WhatsApp sugere que swabs carregariam nanopartículas com propriedades de imunização

Circula pelo WhatsApp uma mensagem falsa, segundo a qual a vacinação teria começado há muito tempo, com os testes para o diagnóstico da COVID-19. “Os cotonetes de teste da COVID-19 podem depositar a tecnologia nano diretamente no cérebro. Os cotonetes contêm nanopartículas que podem vacinar as pessoas que se submeteram ao teste PCR”, diz o texto.

O pesquisador da Fiocruz e coordenador da Unidade de apoio ao Diagnóstico da COVID-19 (Unadig) da instituição no Ceará, Eduardo Ruback dos Santos, é enfático ao afirmar que o conteúdo da mensagem não tem fundamento. “O swab [cotonete] só chega, no máximo, até a parte mais interna da fossa nasal. Em termos de distância anatômica, podemos dizer que está bem longe do cérebro”, afirma.

Santos também contesta a viabilidade financeira da suposta aplicação de nanopartículas em um cotonete. “O preço de custo do swab é de dois centavos de real, quando comprado no atacado. Para introduzir nanopartículas no swab, teria que ser algo bem mais caro, porque envolveria tecnologia de ponta”, pondera. Somente na Unadig do Ceará, foram realizados mais de 1,3 milhão de testes para o diagnóstico da COVID-19 desde o início da pandemia, portanto, os custos com a compra do material em larga escala seriam altos.

O pesquisador explica que as nanopartículas, hoje presentes em vários produtos do nosso dia a dia, desde tintas para residências a cosméticos, são partículas extremamente pequenas – cerca de 10 milhões de vezes menores que um centímetro – e que os próprios vírus são organismos nanométricos.

Quanto à aplicação de uma vacina pelo nariz, Santos lembra que ainda não há imunizantes contra a COVID-19 por via nasal com eficácia satisfatória. “Houve aquela história de um spray anticovid, que seria desenvolvido em Israel, mas viram que realmente a vacina precisa de certo nível de eficiência na entrada. Essa via de entrada é promissora, mas ainda está sendo estudada”, relata.

A teoria da aplicação de uma vacina com os cotonetes utilizados na coleta do material analisado no teste de PCR – considerado o padrão ouro para o diagnóstico da COVID-19 – despreza, ainda, questões éticas e regulatórias. “Um swab que estivesse carregando qualquer outra coisa seria testado e aprovado pelos órgãos responsáveis; no caso do Brasil, a Anvisa”, diz.

A hipótese da vacinação pelos cotonetes também improvável porque o resultado de todos os exames seria positivo, caso os swabs contivessem nanopartículas em sua superfície com material genético do coronavírus. “Eu espero que depois de ler esse tipo de notícia, as pessoas não imaginem que estão vacinadas porque fizeram o teste de COVID”, alerta o pesquisador da Fiocruz.


Desde o início da pandemia de COVID-19 no Brasil, aumentou a disparidade étnico-racial nas taxas de mortalidade por demência.

Neste vídeo, a equipe COVID-19 DivulgAÇÃO Científica conversa sobre o assunto com o pesquisador Natan Feter, da Universidade Federal de Pelotas.


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A Europa volta a apresentar aumento no número de casos e mortes por COVID-19. Acompanhe, neste infográfico, os países europeus mais afetados pela doença.


COVID19 DivulgAÇÃO Científica é uma iniciativa que visa fornecer informações confiáveis sobre o novo coronavírus e a doença que causa, a COVID-19.

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