Categoria: Conteúdos

A diminuição de atividade física no cotidiano durante as primeiras semanas da quarentena pode impactar o estado de saúde das pessoas, incluindo perda de força muscular e aumento do colesterol.

Neste vídeo, a equipe COVID-19 DivulgAÇÃO Científica conversa sobre esse assunto com Ellen Cristini de Freitas, da Universidade de São Paulo.


COVID-19 DivulgAÇÃO Científica é uma iniciativa que visa fornecer informações confiáveis sobre o novo coronavírus e a doença que causa, a COVID-19.

Realização: Instituto Nacional de Comunicação da Ciência e Tecnologia (INCT-CPCT), sediado na Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Os canais da iniciativa são: TwitterInstagramYouTubeFacebook.

De acordo com pesquisadores da Unicamp, USP e Instituto D’Or, aproximadamente 28% dos pacientes infectados pela forma leve da COVID-19 podem apresentar sintomas neuropsiquiátricos e neurológicos como dor de cabeça, perda de olfato e de memória. Este estudo é um preprint, ou seja, artigo ainda não revisado por outros cientistas.

Neste vídeo, a equipe COVID-19 DivulgAÇÃO Científica conversa com o pesquisador Daniel Martins de Souza, da Universidade Estadual de Campinas, que fala sobre as alterações causadas pela COVID-19 no cérebro e seus efeitos.


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Este vídeo dispõe de janela de libras com apoio do Comitê Fiocruz pela Acessibilidade e Inclusão das Pessoas com Deficiência e da Cooperação Social da Fiocruz.

Estudo realizado na cidade de Serrana, no interior do Estado de São Paulo, avaliou se a vacina CoronaVac permite controlar a pandemia de COVID-19.

Confira os resultados do estudo neste infográfico.


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Acesse nosso site para baixar os infográficos em alta qualidade. Os canais da iniciativa podem ser acessados em https://instabio.cc/COVID19DC

Novas cepas surgem a partir de mutações durante multiplicação do vírus causador da COVID-19

Nos últimos dias, circulou no Twitter uma postagem afirmando que a vacinação em massa contra a COVID-19 faria surgir novas variantes do vírus causador da doença, SARS-CoV-2. Segundo duas especialistas que entrevistamos, não existem evidências que suportem essa afirmação.

“O que faz surgir novas variantes é a replicação do vírus”, explica Mônica Levi, presidente da Comissão de Revisão de Calendários Vacinais da Sociedade Brasileira de Imunizações. “Na hora da replicação, podem acontecer erros e mutações que conferem características biológicas diferentes ao vírus. É isso o que chamamos de cepas variantes”. Segundo a especialista, não é biologicamente plausível acreditar que as vacinas contribuam nesse processo. 

A bióloga Luciana Costa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, concorda: “O surgimento das variantes está condicionado à intensidade da multiplicação dos vírus. Quanto mais pessoas infectadas há, mais o vírus se multiplica nessas pessoas. Quanto mais multiplicação, maior a chance de acontecer uma mutação aleatória que pode ser transmitida, então, a outras pessoas, gerando novas variantes”.

Já explicamos, em um texto anterior, que mutações são fenômenos que ocorrem naturalmente nos vírus durante seu processo de replicação. A única forma de reduzir as chances de aparecerem novas variantes é evitar que o vírus continue se multiplicando na população – e as vacinas são aliadas, não inimigas, deste processo.

As entrevistadas lembram que, entre as vacinas disponíveis no Brasil contra a COVID-19, não há nenhuma que contenha o vírus vivo e capaz de se multiplicar. “No caso da Coronavac/Butantan, o vírus inteiro é inativado, portanto, não se replica. No caso das vacinas de RNA mensageiro (como a Pfizer), é utilizado apenas um pedaço da cadeia genética do vírus. A mesma coisa acontece com as vacinas de vetor viral (como a AstraZeneca/Fiocruz), onde se utiliza um outro vírus que carrega apenas um pedaço do material genético do SARS-CoV-2”, enumera Levi.

Enquanto houver número elevado de casos de COVID-19 – como ainda observamos no Brasil e em outros países –, ainda que uma parte da população esteja sendo vacinada, é possível que continuem surgindo novas variantes do coronavírus.  “Mas vemos que há lugares no mundo que já atingiram um bom patamar de cobertura vacinal, onde o número de casos de COVID-19 caiu. Nesses países, você já não ouve falar no surgimento de novas variantes”, pondera Costa. A cientista lembra que, para que isso aconteça, é crucial atingir uma cobertura vacinal adequada: é isso o que vai reduzir a circulação do vírus nas populações.


Em 2021, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou o uso emergencial de dois medicamentos contra a COVID-19 que utilizam combinações de anticorpos monoclonais produzidos em laboratório. Além da COVID-19, os anticorpos monoclonais também têm sido aplicados na terapia de outras doenças, como câncer de mama.

Neste vídeo, a equipe COVID-19 DivulgAÇÃO Científica conversa com Adriano Defini Andricopulo, da Universidade de São Paulo, que explica o funcionamento dos medicamentos com anticorpos monoclonais, sua eficácia contra o novo coronavírus e também suas limitações de uso.


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O novo coronavírus é transmitido por gotículas da boca e do nariz. Por isso, o uso de máscaras é indispensável para proteger contra a doença. Mas devemos utilizar as máscaras de forma correta para garantir sua ação protetora.

Neste infográfico, falamos de cinco erros que ocorrem com frequência no uso das máscaras e damos dicas de como usar corretamente.


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Pessoas com COVID-19 podem apresentar distúrbios na coagulação e desenvolver trombose.

Neste vídeo, a equipe COVID-19 DivulgAÇÃO Científica conversa com o médico Rubens Carmo Costa Filho, do Hospital Pró-Cardíaco, que explica as causas do desenvolvimento de trombose em pacientes com COVID-19 e dá algumas orientações para reduzir o risco de trombose.


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Estudo sugere que o própolis pode ajudar no controle de alguns sintomas da doença, mas não há evidências de que a substância atue no combate à infecção pelo coronavírus.

Frequentemente circulam nas redes sociais postagens com receitas caseiras para tratar a COVID-19. O aplicativo parceiro Eu Fiscalizo chamou nossa atenção para uma publicação no Instagram sobre o uso de própolis contra a doença. Mas atenção: embora estudos sugiram que o própolis possa ser um aliado no controle de alguns sintomas da COVID-19, a substância não combate a infecção pelo coronavírus SARS-CoV-2, causador da doença.

Um estudo iraniano publicado em abril na revista Phytotherapy Research avaliou o uso de própolis, combinado ao extrato da planta Hyoscyamus niger, em 50 pacientes com doença respiratória aguda e diagnóstico clínico de COVID-19.

Os pacientes foram distribuídos aleatoriamente entre o grupo que recebeu própolis e o grupo que recebeu placebo – o ensaio foi duplo-cego, isto é, nem os médicos nem os pacientes sabiam em qual dos dois grupos os pacientes estavam. O xarope foi administrado três vezes ao dia, durante seis dias. O grupo que recebeu própolis observou melhora em sintomas como falta de ar, dor de garganta e dor no peito, entre outros. Porém, não houve melhora em relação a dores de cabeça, diarreia, náuseas e vômitos.

“Os dados contidos neste ensaio preliminar não são suficientes para chegar a conclusões apropriadas, e ensaios maiores e controlados devem ser realizados para confirmar a efetividade e a falta de efeitos colaterais em pacientes com COVID-19”, diz o artigo. Por se tratar de um ensaio com poucos pacientes, o estudo não serve como justificativa para utilizar própolis como tratamento contra a COVID-19. 

Para o chefe do Departamento de Infectologia da Universidade Estadual Paulista e consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia, Alexandre Naime Barbosa, o ensaio foi bem desenhado, mas é limitado. “O própolis tem propriedades úteis no tratamento de infecções das vias aéreas superiores, pois, por exemplo, diminui a secreção”, aponta. “O estudo encontrou melhora em sintomas clínicos subjetivos, mas não demonstrou alteração nos desfechos clínicos de interesse médico”, avalia o médico, lembrando que, neste momento, cientistas buscam soluções para reduzir a necessidade ou o tempo de internação de pacientes com COVID-19 e evitar óbitos pela doença.


O Brasil é um país de dimensões continentais que faz fronteira com dez países da América do Sul. Dessa forma, estabelece relações fronteiriças que incluem o atendimento de estrangeiros pelo Sistema Único de Saúde.

Neste vídeo, a equipe COVID-19 DivulgAÇÃO Científica conversa com a pesquisadora Eduarda Cesse, da Fundação Oswaldo Cruz, que fala sobre a importância da vigilância em saúde nas regiões das fronteiras. Fala, também, sobre o acesso à vacinação para os estrangeiros em território brasileiro.


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Com a vacinação contra COVID-19 em quase todos os idosos com mais de 80 anos, observou-se uma diminuição na mortalidade entre as pessoas dessa faixa etária no Brasil.


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